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8 dicas para identificar móveis de qualidade – Parte I

O mobiliário diz muito sobre quem somos, nosso estilo de vida e personalidade. Escolher a mobília certa para representar alguém não é tarefa fácil. Afinal, são muitas opções disponíveis — várias cores, estilos e faixas de preços. Além disso, é preciso ter certeza de que você está vendendo móveis que vão durar por muitos anos.

Hoje, móveis de madeira maciça são, em grande parte, coisa do passado. Você ainda pode encontrá-los, claro, mas é mais comum encontrar móveis que sejam construídos a partir de madeira compensada. Isso não quer dizer que são inferiores, uma vez que são fortes e garantem um ótimo resultado quando são feitas com boas lâminas.

Deseja aprender a identificar móveis de qualidade? Confira nossas dicas!

1. Conheça os tipos de material

Móveis de madeira geralmente são divididos em três categorias: madeira maciça, folheados e painéis de partículas ou de madeira composta. Móveis de madeira sólida são tipicamente mais caros do que outros tipos e parecem ótimos, mas podem ser suscetíveis a arranhões e anéis de água.

Já os folheados têm uma base de madeira barata, cobertos por várias camadas finas de madeira de melhor qualidade. Devido ao núcleo ser mais em conta, não são tão caros como peças de madeira maciça.

Painéis de partículas e pedaços de madeira compostos são feitos de uma combinação de polpa de madeira, plásticos e resinas, basicamente. São o tipo mais barato de móveis de madeira com boa aparência, mas não vão durar décadas.

Madeira maciça

A madeira maciça é bastante resistente ao peso e cada tipo de árvore tem uma cor e um desenho específico. No entanto, é um dos materiais mais caros e para ser feita depende de marceneiros acostumados a lidar com suas especificidades.

Compensados

Os compensados, também chamados de folheados, são compostos por lâminas de madeiras diferentes, dispostas umas sobre as outras. Elas podem ser aglutinadas com cola branca ou ser do tipo naval — feito de um material mais resistente à água.

MDF X MDP

Estes materiais se parecem na composição, mas não são idênticos. Enquanto o MDF é composto por fibras de madeira com resinas sintéticas, o MDP apresenta partículas de madeir

a em sua composição, apesar de ambos terem a mesma densidade.

O MDP é mais barato que o MDF pois menos material é gasto em seu processo de produção. A aplicação destes materiais se dá em móveis que não precisam suportar tanto peso. Quando as placas são bem-feitas, é possível conseguir móveis de qualidade feitos com estes materiais, principalmente o MDF — que é mais resistente.

2. Entenda a função do móvel

Depois que você dominou os tipos de materiais que estão no mercado, é importante saber avaliar a função que o móvel terá no dia a dia. A ideia de que existe um material mais nobre, cujo cenário ideal seria que dele fossem feitos todos os móveis da casa, não passa de um mito.

Assim, se o ambiente a ser mobiliado tem bastante umidade, esse não será o material ideal, pois corre o risco de inchar e criar rachaduras. O mesmo acontece com o MDF. Dependendo da quantidade de água, ele pode até dobrar de tamanho.

Largura

Móveis largos e que precisam suportar muito peso, como prateleiras para livros, por exemplo, não se beneficiam tanto com o MDF. Por ser um material pesado, ele tende a embarrigar sob a ação de um peso constante.

É por esse motivo que a grande maioria das estantes que encontramos no mercado possuem diversos nichos pequenos e são divididas em “colunas”. Por isso, desconfie de acabamentos em MDF para móveis muito compridos sem que exista a devida sustentação.

Peso

Esta é também uma questão de economia. Móveis de apoio, que não vão carregar peso considerável, podem ser feitos de material mais simples. Neste caso, preste atenção no acabamento (pintura, dobradiças etc.).

Para o caso de cadeiras, por exemplo, que devem sustentar muito peso em poucos apoios (e devem ter uma resistência estrutural), recomenda-se que sejam feitas de madeira maciça. Mesas grandes também se beneficiam deste material, embora demandem cuidados com a umidade.

Montagem

Curiosamente, em função da composição, o MDP é mais resistente à novas montagens e desmontagens, pois os encaixes dos pregos e parafusos desgastam muito menos. Por isso, costuma-se utilizar o MDP para as partes internas e não aparentes dos móveis, deixando outros materiais para as partes dedicadas ao design.

Agora que você compreendeu que existem diversos fatores, tanto internos quanto externos, que influenciam na avaliação da qualidade de um móvel, vamos compreender como avaliar os acabamentos.

Fundamentais para o visual e a usabilidade dos móveis, os acabamentos podem fazer toda a diferença na sua durabilidade. Acompanhe!

3. Observe as gavetas e portas

Quando estiver avaliando o móvel, tente simular seu uso. Abra as gavetas e portas. Verifique se a gaveta corre bem por todo o caminho, trava corretamente, e se fecha de maneira uniforme. Certifique-se de que portas abertas permanecem na posição. Os puxadores devem se encaixar bem e não balançar ou girar.

4. Preste atenção no tipo de ferragem

A qualidade dos trilhos e dobradiças pode variar dependendo do móvel, uma vez que essa é uma das partes que mais encarece o valor final. No entanto, investir em ferragens de baixo padrão pode gerar uma experiência desagradável com a mobília. Por isso, se a ideia é economizar, prefira móveis abertos.

Caso contrário, certifique-se de que o material é resistente à oxidação, prefira corrediças telescópicas às comuns e teste a usabilidade dos pistões. Nem sempre as gavetas precisam fechar silenciosamente, mas você precisa ter condições de garantir que elas vão resistir ao uso constante e duradouro.

Fonte: 8 dicas para identificar móveis de qualidade. Linea Brasil Blog. Disponível em: http://blog.lineabrasil.com.br/5-dicas-para-identificar-moveis-de-qualidade. Acesso em: 28 dez 22.

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